"Parece até engraçado porque eu nem te uso, aí vem você, me olha e diz:
- Que cara é essa de abuso?
É perturbador porque as vezes não te vejo, mas de longe sinto pulsar esse desejo.
Desejo de matar a saudade daquela barba por fazer, meio que sem querer...
Desejo de ouvir mais uma vez você implicar com meu jeito de falar, dançar, trabalhar, estudar... Até de respirar!
Aí eu canso.
Sério: eu canso!
Depois descanso, claro.
Ora, você é um "marmanjo com nome de Arcanjo".
Eu sei que em matéria de amor eu não esbanjo, mas me arranjo.
...Outras vezes desarranjo.
Pego meu violão, te olho e me apaixono mil vezes...
Perdi as contas de quantas vezes me apaixonei por vc este ano.
Ironia do destino porque como dizia mamãe: não foi ‘cicrano’, nem ‘beltrano’...
Quem me ganhou foi um pernambucano.
...O dono de um coração maior que o oceano.
Eu sei que eu reclamo...
Mas o que eu quero que saiba é que no fundo, no fundo eu te amo.
Desinflamo.
Falo de coisas que manjo porque era assim que eu me sentia:
em paz e segura nos braços daquele anjo com nome de Arcanjo."
Élida Tayne
Um comentário:
Muito bonito o poema Élida! Você escreve muito bem! Espero que as coisas deem certo pra vc o mais breve possível! Vc é especial e merece muito ser feliz!!!
leonassau.blogspot.com
Leo
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